Home office e a preferência nacional por esta nova relação de trabalho

O home office foi, inicialmente, encarado como uma alternativa temporária para trabalhar enquanto a pandemia começava, e o era pontual se tornou uma opção para milhares de pessoas e empresas. É o que atesta pesquisa da Bare International, fornecedora independente de dados e análises de experiência do cliente com atuação em todo o mundo, constatando que da população empregada, 38% se adaptou perfeitamente ao home office – e destes, 70% não gostariam de um retorno ao modo presencial.

“É uma nova realidade que vem ao encontro da expectativa de uma vida mais equilibrada. Estamos falando de mais tempo disponível para outras atividades que envolvem amigos, família, diversão e até mesmo estudo. Menos tempo no trânsito e estar no conforto do lar se traduziram em maior eficiência para uma parcela dos trabalhadores” explica Eliana Catalano, Coordenadora de Recrutamento e Seleção da RH NOSSA.

Tendência vem antes da pandemia
O isolamento social, aliado com uma internet mais potente e aumento nas vendas de computadores e smartphones, alavancou esta nova realidade que já se desenhava antes.  As empresas já haviam percebido que podem gastar muito menos em infraestrutura quando optam pelo trabalho remoto.

Quanto custa um aluguel de uma sala comercial? Imagine, agora, adquirir móveis e destinar recursos para segurança, luz e outros detalhes que fazem parte dos gastos fixos de uma empresa. O que foi economizado pode ser redirecionado em outras frentes, como campanhas de marketing digital, por exemplo:

“Claro que uma indústria não tem como escapar do presencial na sua totalidade, mas o  administrativo, por exemplo, pode sim, ser comandado via home office. Melhora, inclusive, o trânsito no entorno de algumas regiões. A melhoria se reflete na sociedade, isso é indiscutível” lembra Catalano.

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